segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CURIOSIDADES BÍBLICAS

O Blog do Programa a Hora da Paz destaca hoje o 24° livro de nossa Bíblia no Antigo Testamento. Trata-se do Livro de JEREMIAS.

Jeremias nasceu no povoado de Anatot, pertinho de Jerusalém, entre 650 e 640 a.C. O significado do nome é incerto.

Em relação a infância não se conhece quase nada. Parece que ele jamais assumiu qualquer função sacerdotal. Pelo contrário, denunciou duramente o papel exercido pelos sacerdotes de seu tempo. O que, por outro lado, aponta para sua rigorosa visão da lei israelita, e de como deveria agir um sacerdote.

O profeta Jeremias é um dos nove personagens chamados Jeremias encontrados na Bíblia Hebraica que corresponde ao Antigo Testamento. Este nome é empregado 158 vezes na Bíblia.

Jeremias era um rapaz muito humilde. Seria filho de Hilquias, um dos sacerdotes de Anatote, no território de Benjamim a menos de cinco quilómetros a nordeste do Monte do Templo em Jerusalém.

Embora de família sacerdotal, está ligado às tradições proféticas do Norte, principalmente a Oséias, e não às tradições do sacerdócio e da corte de Jerusalém. Como Miquéias, ele pertence ao mundo camponês. De maneira crítica, ele traz consigo a visão dos camponeses sobre a situação do país.

Jeremias era pesquisador e historiador, além de profeta. Acredita-se que tenha sido ele o autor do livro que leva seu nome e possivelmente os dois livros de Reis e do Livro de Lamentações.

A atividade profética de Jeremias se iniciou entre o ano de 627 AC[, quando ele ainda era jovem, razão pela qual teria demonstrado receio ao assumir tal tarefa[, e prosseguiu até 586 AC.

Jeremias foi um crítico da conduta do seu povo e com os julgamentos que este sofreu, mediante uma visão de que Israel era a nação de Deus, vinculada a Ele por meio de um pacto e sujeita à sua Lei, o que eles violavam claramente naqueles dias praticando a idolatria.

As denúncias de Jeremias reivindicavam a atenção dos príncipes e do povo, para que fossem responsáveis pela Lei, a qual violavam constantemente. Suas críticas eram feitas em discursos acalorados em plena praça pública. Seus principais alvos eram os sacerdotes, profetas, governantes e todos aqueles que seguiam o legalismo do "proceder popular".

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